terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O Bem mais Precioso

Conta o folclore europeu que há muitos anos atrás um rapaz e uma moça apaixonados, resolveram se casar.

Dinheiro eles quase não tinham, mas nenhum deles ligava para isso.

A confiança mútua era a esperança de um belo futuro, desde que tivessem um ao outro.

Assim, marcaram a data para se unir em corpo e alma.

Antes do casamento, porém, a moça fez um pedido ao noivo :

-- Não posso nem imaginar que um dia possamos nos separar.

Mas pode ser que com o tempo um se canse do outro, ou que você se aborreça e me mande de volta para meus pais.

-- Quero que você me prometa que, se algum dia isso acontecer, me deixará levar comigo o bem mais precioso que eu tiver então.

O noivo riu, achando bobagem o que ela dizia, mas a moça não ficou satisfeita enquanto ele não fez a promessa por escrito e assinou.

Casaram-se, decididos a melhorar de vida, ambos trabalharam muito e foram recompensados.

Cada novo sucesso os fazia mais determinados a sair da pobreza, e trabalhavam ainda mais.

E o tempo passou e o casal prosperou.

Conquistaram uma situação estável e cada vez mais confortável, e finalmente ficaram ricos.

Mudaram-se para uma ampla casa, fizeram novos amigos e se cercaram dos prazeres da riqueza.

Mas, dedicados em tempo integral aos negócios e aos compromissos sociais, pensavam mais nas coisas do que um no outro.

Discutiam sobre o que comprar, quanto gastar, como aumentar o patrimônio, mas estavam cada vez mais distanciados entre si.

Certo dia, enquanto preparavam uma festa para amigos importantes, discutiram sobre uma bobagem qualquer, e começaram a levantar a voz, a gritar, e chegaram às inevitáveis acusações.

-- Você não liga para mim! - gritou o marido

-- Só pensa em você, em roupas e jóias.

-- Pegue o que achar mais precioso, como prometi, e volte para a casa dos seus pais.

Não há motivo para continuarmos juntos.

A mulher empalideceu e encarou-o com um olhar magoado, como se acabasse de descobrir uma coisa nunca suspeitada.

-- Muito bem, disse ela baixinho. Quero mesmo ir embora.

Mas vamos ficar juntos esta noite para receber os amigos que já foram convidados.

Ele concordou.

A noite chegou. Começou a festa, com todo o luxo e a fartura que a riqueza permitia.

Alta madrugada o marido adormeceu, exausto.

Ela então fez com que o levassem com cuidado para a casa dos pais dela e o pusessem na cama.

Quando ele acordou, na manhã seguinte, não entendeu o que tinha acontecido.

Não sabia onde estava e, quando sentou-se na cama para olhar em volta, a mulher aproximou-se e disse-lhe com carinho :

-- Querido marido, você prometeu que se algum dia me mandasse embora eu poderia levar comigo o bem mais precioso que tivesse no momento.

-- Pois bem, você é e sempre será o meu bem mais precioso.

Quero você mais que tudo na vida, e nem a morte poderá nos separar.

Envolveram-se num abraço de ternura e voltaram para casa mais apaixonados do que nunca.

O egoísmo, muitas vezes, nos turva a visão e nos faz ver as coisas de forma distorcida.

Faz-nos esquecer os verdadeiros valores da vida e buscar coisas que têm valor relativo e passageiro.

Importante que, no dia-a-dia, façamos uma análise e coloquemos na balança os nossos bens mais preciosos e passemos a dar-lhes o devido valor.

Colaboração: Renato Antunes Oliveira


PASSO DE LUZ


Chico Xavier
Originally uploaded by Cαp. Plєвєu.

Nas tribulações ou discórdias que nos agravem os problemas da vida, recordemos a necessidade de certo donativo, talvez dos mais difíceis na beneficência da alma – o primeiro passo para o reajuste da harmonia e da segurança.

Isso significa para nós um tanto mais de amor, ainda mesmo quando nos vejamos ilhados no espinheiro vibratório da incompreensão.

Por vezes é o lar em tumulto reclamando a tranqüilidade, à face do desentendimento entre criaturas queridas.

Noutras circunstâncias, são companheiros respeitáveis, em conflito uns com os outros.

Em algumas situações, é o estopim curto da agressividade exagerada nesse ou naquele amigo, favorecendo a explosão violenta.

Em muitos lances do caminho é o sofrimento de algum coração brioso e nobre, mas ainda tisnado pelo orgulho a ferir-se.

Nessas horas, quando a sombra se nos estende a vida, em forma de perturbação e desafio a lutas maiores, bem-aventurados sejam todos aqueles que se decidam ao primeiro passo da benevolência e da humildade, da tolerância e do perdão, auxiliando-nos na recomposição do caminho.

Onde estiveres, com quem seja, em qualquer tempo e tanto quanto puderes, dá de ti mesmo esse acréscimo de bondade, recordando o acréscimo de misericórdia que todos recebemos de Deus, a cada trecho da vida.

Alguém nos injuria?
Suportar com mais paciência.

Aparece quem nos aflija?
Disciplinar-nos sempre mais na compreensão das lutas alheias.

Surgem prejuízos?
Trabalhar com mais vigor.

Condenações contra nós?
Abençoar e servir constantemente.

Em todas as situações, nas quais o mal entreteça desequilíbrio, tenhamos a coragem do primeiro passo, em que a serenidade e o amor, a humildade e a paciência nos garantam de novo a harmonia do Bem.

pelo Espírito Emmanuel - Do livro: Coragem, Médium: Francisco Cândido Xavier.

Esquizofrenia a Luz do Espiritismo

By Psicologia Ponto Com
Pesquisando sobre o assunto encontrei uma série de 3 vídeos interessantes que nos atualizam nas questões relativas a esquizofrenia na visão da Doutrina Espirita.


Programa veiculado na Rede TV chama-se Transição, uma produção da TV Mundo Maior e que vai ao ar todos os domingos as 15:00 hs. Segue abaixo os vídeos:






Médicos Sem Fronteiras já realizaram 500 cirurgias no Haiti


Haiti - first aid
Originally uploaded by IFRC.

Há exatamente uma semana, o Haiti vivia as últimas horas que antecediam ao maior desastre no país em 200 anos. A Terra Magazine, a diretora executiva da organização não governamental Médicos Sem Fronteiras, Simone Rocha, conta que já foram realizadas 500 cirurgias e 3 mil atendimentos após o terremoto que deixou a capital Porto Príncipe sob escombros. Mas, segundo ela, ainda restam 500 pacientes à espera de intervenções cirurgicas.

A MSF trabalha até agora com o material estocado em suas dependências para situações emergenciais e mais 135 toneladas de medicamentos que vieram em quatro aviões. Ao longo dessa semana, deve chegar um hospital inflável - com 100 leitos, dois blocos cirúrgicos e duas Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) -, cirurgiões, anestesistas e mais 195 toneladas de medicamentos.

- A grande dificuldade é a triagem no aeroporto e que à vezes desvia os nossos aviões com equipes médicas e equipamento cirúrgico, ambos extremamente necessários nesse momento. Não estamos falando em alimentar mais, ou melhor a população, estamos falando em salvar vidas das pessoas que aguardam cirurgias e que, se não receberem, podem morrer nos próximos dias em decorrência disso.

A primeira intervenção cirúrgica foi um parto. Mãe e filha sobreviveram. "É muito emocionante e significativo", diz Simone, que está no Rio de Janeiro, mas que já trabalhou pela MSF no país caribenho.

Abaixo, a diretora conta como foi o trabalho dos médicos segundos depois do tremor, como prepararam os locais para fazer as cirurgias e como têm trabalhado, "quase sem dormir, ou sem se alimentar" para salvar o máximo possível de pessoas.

Terra Magazine - Na situação atual do Haiti, como está sendo o trabalho da ONG MSF, tendo em vista que já era realizado um trabalho no país anteriormente ao terremoto?
Simone Rocha - Em primeiro, uma geral. Nós fazíamos um trabalho médico no Haiti desde 1991, mais precisamente, com um programa na capital de três hospitais de emergência. Um era de emergência pós-trauma e reabilitação pós-trauma, outro era uma maternidade que oferecia ginecologia e obstetrícia e o terceiro era um serviço de pronto-socorro. Em função disso, já tínhamos um estoque bastante importante, semelhante ao necessário numa situação de urgência. Fora isso, tínhamos um estoque ainda maior do que temos em outros países porque o Haiti é um país que, frequentemente, sofre com tragédias naturais, como tufões, furacões e etc. Então, em Porto Príncipe já havia um estoque importante do tipo de materiais necessários para situações como essa do terremoto.

E do que se trata esse estoque?
Tendas plásticas, lona plástica que serve de abrigo, geradores, água, gasolina - que é o que vai alimentar os geradores. É uma organização de emergência humanitária e, portanto, temos uma vasta experiência nisso. Isso facilitou muito o nosso processo e permitiu que começássemos a trabalhar já nas primeiras horas depois do terremoto. Então, nas primeiras horas, fizemos uma identificação do que tinha acontecido com as estruturas médicas e que saíram a pé pela capital para verificar isso. Depois disso, concluímos que as nossas estruturas estavam inutilizáveis e que esse era o caso da maioria dos hospitais da cidade.

Numa situação dessas, o que fazem?
Começamos, imediatamente, a trabalhar ao lado, ou na parte de traz das nossas estruturas, fazendo triagem dos pacientes e tentando dar conta dos casos mais graves o mais rápido possível. E, muito rapidamente, nos demos conta de que era necessária uma capacidade cirúrgica muito maior do que tínhamos ali. Já no primeiro dia, estimávamos milhares necessitando cirurgia, muitas das quais de nível complexo. A maioria era caso de amputação, como a gente sabe, mas também havia outros casos que necessitavam de fato um bloco cirúrgico e operante. Começamos a identificar locais onde poderíamos realizar essas operações. Conseguimos fazer isso num hospital no distrito Cité Soleil, que já foi dos Médicos Sem Fronteiras. Ali, estabilizamos os pacientes e operamos em dois blocos cirúrgicos.

Houve relato de casos de amputação sem anestesia...
Não nas nossas dependências.

Com essa estrutura quantas cirurgias já foram realizadas?
Foram realizados 3 mil tratamentos e aproximadamente 500 cirurgias. Faltam mais 500 serem feitas em caráter de urgência. Temos doze equipes operando contra o tempo. Temos uma equipe de 550 haitianos, 165 de staff internacional com mais 48 chegando agora nos próximos dias.

Como farão pra trazer mais medicamentos? Uma hora o estoque acaba...
Ainda estamos usando o estoque, mas já conseguimos fazer chegar a Porto Príncipe 135 toneladas, que vieram em quatro aviões de carga.

Se em hospitais em plenas condições corre-se o risco de infecções, numa situação como a que os médicos atendem em Porto Príncipe, o risco é elevadíssimo. Como evitar, ou minimizar esse tipo de situação?
Justamente por isso que é muito importante que montemos os blocos cirúrgicos e que as pessoas todas possam ser operadas em condições ideais, ou o mais próximo possível disso. É justamente isso que estamos tentando fazer. Inclusive enviamos um hospital inflável com capacidade de 100 leitos.

Hospital inflável?
Isso, um hospital re-al-men-te in-flá-vel. São duas tendas enormes, de 100 metros quadrados cada uma e dentro dele tem dois blocos operatórios, duas Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) e capacidade para 100 leitos. Era para o hospital ter chegado no sábado, mas na hora do pouso do avião, com o hospital dentro, as autoridades o desviaram para Santo Domingo. Isto está atrasando em 48 horas a chegada desse hospital e isso é grave para nós.

Numa situação como essa, com corpos em putrefação pela cidade afora, pessoas submetidas a condições zero de higiene, sem alimentação e água, o risco de epidemias tomarem conta da capital é altíssimo...
É muito importante que as pessoas recebam tanto abrigo e alimentação quanto cuidados médicos. Se esses três elementos são oferecidos, já é diminuída amplamente a possibilidade de que adoeçam. Ou seja, as epidemias serão menos frequentes. Quanto à questão dos corpos, a natureza das mortes em Porto Príncipe é o trauma, então não é o corpo em si que pode causar epidemias. Um corpo em putrefação de uma pessoa que morreu com um traumatismo é completamente diferente do corpo de quem morre de cólera. Mas mesmo assim, devem ser retirados os corpos, é claro.

A ajuda é suficiente?
A grande dificuldade é a triagem no aeroporto e que à vezes desvia os nossos aviões com equipes médicas e equipamento cirúrgico, ambos extremamente necessários nesse momento. Não estamos falando em alimentar mais, ou melhor a população, estamos falando em salvar vidas das pessoas que aguardam cirurgias e que, se não receberem, podem morrer nos próximos dias em decorrência disso.

Quantos aviões foram desviados do aeroporto?
Dois aviões.

Um problema apontado é a ausência de água potável. Porto Príncipe sempre se caracterizou por ser uma cidade que enfrenta esse tipo de problema, agora agravado com o terremoto. Vocês já tinham um sistema próprio de tratamento?
A gente sempre tem. Como somos uma organização de saúde, sabemos que sem água é impossível trabalhar. Portanto, essa é uma das nossas primeiras preocupações. Sempre. Em Porto Príncipe já tínhamos um sistema de abastecimento. Trabalhávamos com caminhões pipa e alguns deles estão sendo usados agora. Mas já existia um sistema de busca e tratamento de água. Usamos o cloro para fazer isso.

Como é a relação da MSF e outras entidades no Haiti?
Nesse momento, estamos cuidando de fazer o máximo para trabalhar contra o tempo. As equipes estão trabalhando com pouquíssimas horas de sono e tempo para se alimentar. Então, realmente sobra muito pouco tempo para troca de informação. Eu imagino que as equipes de lá estejam certamente em contato com as pessoas que controlam o aeroporto, por exemplo, e com tudo aquilo que interfere diretamente do trabalho realizado.

Quantas pessoas chegaram a falecer nas dependências dos MSF? E o que é mais importante para evitar que isso aconteça?
Não tenho esse dado ainda. Para nós, é muito importante ampliar nossa capacidade cirúrgica. Tem mais 195 toneladas de medicamentos, mais cirurgiões, mais anestesistas e mais seis aviões programados para chegar ao longo dessa semana. É muito importante que tenhamos acesso a esses recursos que estamos enviando o mais rápido possível.

Claro...
Em meio a tantas coisas tristes, estamos fazendo partos. Olha, a primeira cirurgia que fizemos depois do terremoto, foi um parto complicadíssimo. Salvamos mãe e filho. É emocionante e muito significativo.

Fonte: Terra Magazine

Do Haiti, presidente da Viva Rio nega surto de violência




Presidente da organização não governamental Viva Rio, Rubem César está em Cité Soleil, distrito de Porto Príncipe, capital haitiana sob escombros. A Terra Magazine, ele desmente existir cenário violento uma semana após o terremoto que já enterrou 70 mil. Segundo ele, está dentro do previsto Terra em situações como esta.

- Não há nada aqui que não seja facilmente comparável a como ficou Nova Orleans (EUA) depois do furacão Katrina (em 2005) - compara.

"As pessoas estão se organizando. Já tem até um mercadinho aqui. Comprei pão e comida. Há um clima de respeito", comemora e destaca que a ausência de dinheiro em espécie é um limitador maior do que imaginava: "Com dinheiro, conseguiríamos estimular trabalho. Só a quantidade de entulhos aqui, nossa, geraria muito trabalho retirá-los daqui".

Segundo Rubem, há boas notícias. Enquanto concedia esta entrevista, chegaram dez caminhões com mantimentos, tendas e um carro da República Dominicana e Noruega. "Os brasileiros poderiam se mobilizar mais para fazer o mesmo", ressalta.

Neste momento, a Viva Rio abriga 1.600 pessoas. Mas, segundo o presidente, acabaram assumindo o cuidado das tendas que estão nos arredores, ou seja, "multiplica esse valor por dez", estima.

Confira abaixo a íntegra da entrevista:

Terra Magazine - Como está a situação aí?
Rubem César - Acho que a imprensa mundial está fazendo um desserviço porque está pintando um quadro de violência que não é verdadeiro. Nada que não seja facilmente comparável a como ficou Nova Orleans depois do furacão Katrina, por exemplo. Estou o tempo todo na área mais pobre e mais afetada da cidade, que é Cité Soleil, e, em nenhum segundo, enfrentamos esses problemas.

Que problemas enfrentam, então?
Logística e organização. Temos um campo de desabrigados aqui. As pessoas estão se organizando. Já tem até um mercadinho aqui. Comprei pão e comida. Há um clima de respeito, uma coisa muito diferente do que noticiam. Ficamos recebendo emails de familiares apavorados com as notícias de violência. Mas tenho uma boa notícia...

Qual?
Nós estamos recebendo dez caminhões de doações da Noruega e da República Dominicana, com tendas, alimentos, equipamentos de purificação de água, um carro, muita coisa. São caminhões enormes, ouça o barulho deles chegando, estão chegando agora... Que maravilha! Olha, é muito importante que as doações aí no Brasil também cresçam para que mostremos nossa solidariedade para com a população daqui.

De onde vêm esses caminhões?
São caminhões que vêm da Noruega pra gente. Não chegou nenhum do Brasil. Montamos um esquema e vieram. Eles desembarcam na República Domenicana e viajam para cá. Isso é possível. Chegaram doações brasileiras para o Exército, o que já é muito bom também. Eles nos deram água, muito importante. Mas tem o caminho da sociedade, que pode aumentar seu trabalho de doações. O governo brasileiro e o Exército estão trabalhando duro. Quanto mais doações, melhor.

O senhor fala da sociedade brasileira?
Tem o governo, mas a sociedade poderia se mobilizar mais.

Qual é o principal desafio?
O principal desafio agora é trabalho. Precisamos de doações, claro, mas o que é necessário mesmo é que essa população possa trabalhar e seja remunerada por isso. Isso levanta o moral. A reconstrução criará muita oportunidade de trabalho.

Dificuldades?
Sim, claro. Nosso maior problema, nesse momento é dinheiro. Queremos pagar as pessoas, não temos dinheiro e nem bancos. Um outro problema também é a falta de combustível. Com relação à água, estamos nos virando, temos nossa própria fonte aqui na Viva Rio e recebemos doações do Brasil. Mas combustível e dinheiro, nossa... Com dinheiro conseguiríamos estimular trabalho. Só a quantidade de entulhos aqui, nossa, geraria muito trabalho retirá-los daqui. O cenário está próximo de "O Exterminador do Futuro", sabe? Tudo totalmente destruído. Tem muito trabalho aqui... trabalho pra muita gente e que pode render, mas não tem como pagar as pessoas...

Quantas pessoas estão abrigadas aí?
Dentro do nosso centro, 1.600 pessoas. Mas acabamos assumindo o cuidado das tendas que estão nos arredores, ou seja, multiplica esse valor por dez.

Fonte: Terra

Tirinhas da Mariana

Tirinhas do Cabeça Oca