domingo, 28 de março de 2010

O primeiro contato espiritual entre Jésus Gonçalves e Divaldo Pereira Franco


Jésus Gonçalves
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Hoje publico sobre o contato do mentor de nossa casa espírita aqui em Anápolis/GO e Divaldo Franco, falando sobre os compromissos assumidos na espiritualidade e a caridade para com aqueles que sofrem.
Nossa casa fica próxima unidade do Mohram aqui na cidade, onde temos ainda alguns internos, mas a grande maioria são descendentes dos remanescentes da antiga colônia de hansenianos.

Buscando material sobre Jésus Gonçalves encontrei no site do Forum Espírita este belo texto:

"De súbito, eu vi chegar um ser espiritual com características para mim até então jamais vistas: apresentava profundas marcas na aparência física. Um dos pés, que parecia ter os dedos amputados, estava envolto em gaze, com uma deformidade visível..."

O primeiro contato espiritual entre Jésus Gonçalves e Divaldo Pereira Franco

Desde criança, o médium, educador e conferencista Divaldo Pereira Franco vivenciou inúmeras experiências de comunicação espontânea com os espíritos. Abordaremos neste artigo uma dessas comunicações, ocorrida em sua juventude, quando recebeu a visita espiritual de Jésus Gonçalves.

Desse encontro com Jésus, resultou suas visitas ininterruptas à colônia de hansenianos de Águas Claras e também sua primeira palestra pública na Federação Espírita do Estado de São Paulo, onde foi apresentado, jovem ainda, ao público espírita paulista, com crescente repercussão nacional e internacional.

Conta o próprio Divaldo:

“No ano de 1949, quando os tormentos obsessivos me avassalavam, porque ainda não me adestrara no conhecimento espírita, e também pela juventude do corpo, todas as tardes eu tinha por hábito ir sentar-me no quintal da casa onde morava, no Bairro do Machado. O quintal dava o fundo para as Invasões, onde centenas de casebres sobre o lamaçal apresentavam grave problema sócio-econômico dos que residem em tal região, em Salvador.

“A minha vida íntima, sacudida por inquietações e tormentos, por ansiedades e tristezas, era uma constante busca de paz, uma contínua procura de Deus. Numa tarde muito especial para mim, buscando a calma interior, eu me pus a orar. O quadro que se me erguia à frente era de muita beleza. O sol declinava por sobre o pantanal e havia um silêncio interior muito grande. Procurei, então, mergulhar nas blandícias da prece, pedindo a Deus a mão socorrista, assim como aos bons espíritos o seu apoio e assistência, para que não viesse a resvalar pelas rampas do desequilíbrio.

“Foi nesse momento que, de súbito, eu vi chegar um ser espiritual com características para mim até então jamais vistas: apresentava profundas marcas na aparência física. Um dos pés, que parecia ter os dedos amputados, estava envolto em gaze, com uma deformidade visível. O corpo alquebrado, a cabeça marcada por cicatrizes, o nariz deformado, sem o septo nasal, e numa expressão de profunda melancolia, olhando-me com enternecimento e carinho comovedores.

“Na minha ignorância, na minha falta de discernimento doutrinário, pensei de imediato: apesar da prece, eis aí a presença de um espírito obsessor. Bem se vê que eu confundia, então, a aparência com o conteúdo, a realidade íntima. Foi quando o ouvi dizer nitidamente:

— Não sou um bem-aventurado, mas tampouco eu sou um obsessor. Sou teu irmão. Chamo-me Jésus Gonçalves, e desencarnei, não há muito, num sanatório de leprosos, em Pirapitingui, Estado de São Paulo.

“Naquela época ainda não se usava o verbete hanseniano. Era a palavra marcadora, quase cruel, da tradição bíblica. E ele prosseguiu:

— Fomos amigos. Venho, de etapa em etapa, ressarcindo a duras penas o que contraí desde os dias em que, na condição de conquistador, disseminei a morte pela guerra, destruindo lares, roubando vidas, deixando órfãos e viúvas a prantearem os seus mortos. Indiferente, à alheia dor, era devorado pela volúpia da insanidade destruidora. Mais tarde, muito mais tarde, já conhecendo Jesus, não me foi possível fugir daquela compulsão guerreira e, em posição relevante na política francesa do século XVII, novamente me engalfinhei em lutas tenebrosas, sendo um dos responsáveis pelo prosseguimento da guerra franco-austríaca, especialmente na sua terceira fase.

— Em chegando do lado de cá, dei-me conta da alucinação que me devorava e roguei ao Senhor, por misericórdia, me concedesse a lepra purificadora, para o despertar dos deveres de profundidade, aqueles que me poderiam conscientizar das finalidades superiores da vida. Eis por que, desde então, venho no processo purificador, havendo concluído uma etapa muito consciente, em Pirapitingui, no Estado de São Paulo, poucos anos atrás, onde pude integrar-me no serviço da Revelação Espírita, entregando-me a Jesus.”

Divaldo lembra que, enquanto falava, Jésus Gonçalves se metamorfoseava. Aquela aparência lôbrega e triste se transfigurou diante de seus olhos deslumbrados, que pôde ver-lhe a luminosidade interior. Semelhante a um pequeno sol, parecia clarear o seu entardecer. Curiosamente, das deformações em seu corpo uma substância luminescente tecia uma nova forma bem feita. Jésus Gonçalves disse, como desejando explicar ao médium:

— O que a lepra carcomeu ficou sublimado nas regiões perispirituais. Mas, venho aqui, por dois motivos, falar contigo. Na reunião doutrinária de hoje, estará presente uma amiga muito querida. Desejo que a informes do nosso encontro. O segundo motivo é que eu te queria pedir visitares a colônia de leprosos desta cidade, no subúrbio de Águas Claras.

Surpreso pela solicitação, e ainda preconceituoso em função do tabu e pela ignorância a respeito do mal de Hansen, o médium respondeu comovido:

— Por favor, não me faça um pedido de tal natureza. Esta doença, cujo nome nem sequer eu pronuncio, tal o pavor que me causa, assusta-me demasiadamente e eu nunca teria coragem de visitar o lugar onde estivessem pessoas com ela...

Sorrindo da ingenuidade de Divaldo, Jésus Gonçalves redargüiu:

— Divaldo, eu estou te pedindo que vás lá, a fim de que não vás para lá! Preferes ir lá ou para lá?

Apressadamente, o médium disse que preferia ir lá! Jésus, então, disse-lhe que tomaria providências para irem os dois juntos, falar aos irmãos hansenianos. E desapareceu diante dos olhos assombrados do jovem médium, deixando-lhe uma indefinível sensação de paz e bem-estar...

Naquela noite, em seu grupo de trabalhos, no Centro Espírita “Caminho da Redenção”, Divaldo contou essa experiência aos irmãos, perguntando-lhes se, por acaso, alguém ali ouvira falar ou conhecera Jésus Gonçalves. Levantou-se, então, uma senhora de grande beleza física e espiritual e declarou:

— Jésus Gonçalves foi meu amigo. Quase desencarnou em meus braços. Convivi com ele, quanto me permitiram as possibilidades. Sou mineira do interior, e resido na capital de São Paulo, há muitos anos, onde mantenho um serviço de visita a várias casas de leprosos. Meu nome é Zaira Pitt. Em companhia de Julinha Koffmann e de outros, procuramos dar assistência aos nossos irmãos leprosos. Neste momento, com um grande número de amigos, estamos ajudando a construção do pavilhão para tuberculosos hansenianos, lá mesmo no hospital Parapitingui.

“A senhora confirmou”, conta Divaldo, “para a surpresa de todos nós, a existência desse espírito, dizendo a ele estar vinculada, fazia muito tempo”.

Quando o jovem baiano disse que Jésus Gonçalves pedira que ele visitasse a colônia de leprosos de Águas Claras, D. Zaira Pitt o estimulou muito para essa tarefa, dizendo que não havia o menor perigo de contágio, como comumente se pensava e propalava por aí...

Antes do espírito de Jésus Gonçalves se retirar, naquela tarde em que se manifestara a Divaldo, aconselhou-o a ler um livro que o ajudaria a perder o medo da lepra, intitulado “Eles Caminham Sós”.

Com o pedido de Jésus e o encorajamento dado por Zaira Pitt, o jovem médium, então, mobilizou os freqüentadores do centro espírita para a visita àquele lar expurgador. Amigos mais bem relacionados na sociedade entraram em contato com o diretor do hospital que, a princípio, vetou aprioristicamente o plano de visita. Divaldo insistiu, afirmando de que o objetivo era apenas fazer uma visita fraterna, levando alguns brindes e um pouco de alegria, respeitando todas as instruções da casa. O diretor aquiesceu, impondo uma série de restrições.

Até aquela época, 1949, o mal de Hansen ainda gozava de muitos tabus e preconceitos que impediam as visitas. Mas Divaldo logrou a liberação da ordem de impedimento e o grupo fez a primeira visita. Foi com ela que iniciou a série de excursões que até hoje faz à colônia de hansenianos, em Águas Claras. Isto, há mais de 50 anos consecutivos.

Aquele encontro de Dona Zaira Pitt com Divaldo ocorrera absolutamente de forma casual. Visitando uma instituição espírita em Salvador, alguém havia indicado o nome de Divaldo e por esse motivo fora ao Centro Espírita “Caminho da Redenção”, naquela noite, naturalmente, inspirada por Jésus Gonçalves.

No dia 1.° de janeiro de 1951, a convite de Zaira Pitt, Divaldo faz sua primeira visita ao leprosário de Pirapitingui. No grupo estavam aquela senhora, Divaldo e o sr. Joaquim Alves, o famoso Jô, admirável trabalhador espírita, desenhista e pintor exímio, o dr. Lauro Michelin, um dos criadores e fundadores do Sanatório Espírita “Luiz Sayão” (Araras, SP) e que, sob o pseudônimo de Jacques Garnier escreveu várias obras espíritas a benefício daquela casa de doentes mentais.

Chegando a Pirapitingui, o grupo conheceu a viúva de Jésus Gonçalves, dona Ninita, que era cega, mas excelente médium vidente. Ela descreveu Divaldo tal como se o tivesse vendo! Falou da presença espiritual do marido ali também. Mas, uma senhora muito rica, que Zaira Pitt levara, viúva recente, trajando mesmo luto fechado, foi quem mais chamou a atenção de Ninita, que lhes descreveu o esposo desencarnado e pediu-lhe para tirar o luto, dando-lhe uma lição de imortalidade das mais comovedoras.

O grupo foi depois ao Centro Espírita “Santo Agostinho” e, ali, Divaldo proferiu uma palestra para os internos e visitantes. Em seguida, todos voltaram para a Capital.

No domingo seguinte, por solicitação de Dona Zaira, Divaldo fez uma palestra na reunião das 10 horas da manhã na Federação Espírita do Estado de São Paulo.

Naquela época, Pedro de Camargo, o inesquecível escritor e orador Vinícius, que mantinha uma grande assistência, havia anos, ali acorrendo para ouvir-lhe a palavra fluente e evangelizadora, foi quem apresentou o jovem baiano, assim falando:

— Muitos aí estão a perguntar quem é este jovenzinho e o que faz ele aqui, ao meu lado. Tenho, assim, a imensa satisfação de apresentar Divaldo Pereira Franco aos nossos irmãos paulistas. Este nosso amigo vindo da Bahia traz uma mensagem de vida, com a sua mediunidade voltada para o Bem e guiada pela doutrina espírita, a fim de nos estimular a marcha e nos encorajar para a luta.

Foi dessa forma que Divaldo proferiu a sua primeira palestra na Federação Espírita do Estado de São Paulo, vinculando-se também àquele missionário do bem e da luz, que era Vinícius, o emérito educador e sacerdote, no sentido profundo da palavra, da mensagem evangélica e espírita.

Assim, Divaldo Pereira Franco iniciou as suas pregações na capital bandeirante. Era janeiro de 1951 — há mais de cinqüenta anos atrás.

Obra consultada e recomendada:
"O Peregrino do Senhor", de Altiva Glória F. Noronha, Livraria Espírita "Alvorada" Editora

Colaboração: Olga Santos (http://kriarteolgasantos.blogspot.com/)

sábado, 27 de março de 2010

Globo Repórter sobre Chico Xavier

Para aqueles que perderão, por quais motivos, segue os vídeos relativos ao programa veiculado no dia 26/03.

Apreciem o exemplo do amor na pessoa do Chico.



domingo, 21 de março de 2010

Os que realizam e os que criticam

Meus caros filhos, Deus os abençoe, prodigalizando-lhes ao coração as Suas dulcificantes bênçãos de luz e paz.
Venho falar-lhe hoje, meu caro Rômulo, de suas preocupações e de suas preces. Tenho estado com você, desanuviando-lhe o horizonte mental. Como você não desconhece, no caminho da vida marcham os que realizam e os que criticam. E os companheiros da estrada estão sempre prontos a examinar, mas nem sempre dispostos às realizações. A situação na Terra ainda por muito tempo será invariavelmente essa e os discípulos sinceros do trabalho com Jesus terão de padecer as dificuldades numerosas do caminho. Ainda aqui deveríamos lembrar a palavra do Cristo aos fariseus que o interpelavam: "Por qual de minhas boas obras me apedrejais?"
Infelizmente, o Planeta ainda é um imenso ninho de sentimentos poucos dignos. Há sempre energias geladas para a edificação, mas uma vontade constante e ardente no esforço destrutivo. Para conduzirmos a construção evangélica, em meio a tempestades, é que compulsamos a exemplificação de Jesus, nas suas lições que constituem o livro da vida espiritual.
Tenho felicitado a mim mesmo pelas suas atitudes: calma digna, serenidade inquebrantável, sinceridade plena e disposição fraterna. Esses quatro fatores são muito importantes para a execução de trabalhos nobres da vida.
Vê, você, hoje, com o sentido espiritual da responsabilidade evangélica, quanto é difícil amparar, preservar e defender um fragmento de terra, quase insignificante. Um pequeno horto fornece, na atualidade, ao seu espírito como é terrível a direção de um reino. Medite nisso, meu filho, e prossiga no seu abençoado esforço de reformas internas. Trilhando agora um novo caminho, desejo também aprender essa fidelidade ao Todo Poderoso, que vem sendo o tema de nossos programas espirituais no Infinito com a fraterna cooperação de Emmanuel, nos planos onde a vida continua fora da Terra. As tempestades passam. Depois delas há sempre uma experiência generosa a ser aproveitada. Tudo na vida, meu filho, tem substância para o patrimônio do espírito. Avança com a sua sincera boa vontade e aprenderá, continuadamente, os melhores ensinos no livro aberto das almas. De qualquer maneira, você faz muito bem em confiar no meu amor, porque, ao lado daqueles que nos regem os destinos espirituais, nunca lhe esqueço o coração. Opere, medite, trabalhe, prossiga sem desfalecimentos, e que Jesus o abençoe.
O cenário de quem deseja trabalhar sinceramente no mundo é quase sempre esse: sacrifícios, incompreensões, pesares e dissabores inúmeros na pauta dos hábitos humanos. E isso se verifica porque o operário leal tem contra ele a volumosa bagagem do mal, que tudo faz por permanecer. E nós sabemos que seguir a norma comum é sempre fácil, entretanto, tudo é difícil para quem deseja modificar a cartilha geral. Também eu administrei e sei o que constitui a sua tarefa. Na esfera dos órgãos diretores, encontram-se os que não desejam ser incomodados, nem ultrapassados em qualquer ponto de vista particular. E no centro dos que são dirigidos há sempre os que estão invariavelmente prontos para o gozo dos benefícios, mas pouco dispostos ao esforço real pela sua aquisição.. E além desses contrastes, há o aparelho da fiscalização, onde o espírito inquisitorial examina todas as nugas, colocando sobre qualquer insignificância as lentes da má fé e da gratuita perseguição. Junte-se a isso o gosto da crítica, o prazer da maledicência, a insegurança das dedicações oportunistas, a mania da humilhação aos que sejam sinceros, as irritações, os atritos, os que se inclinam para o repouso sem a observância do labor imprescindível na hora da tranquilidade, e que arvoram em censores no primeiro momento das dificuldades, e você vê que na intimidade de tal máquina o coração de um administrador sincero terá de ser torturado, manietado, humilhado e ferido. Este é o quadro mundano. Mas é preciso lembrar o Cristo que numa administração muito superior, e em nada comparável a qualquer esforço terrestre, sentiu tudo isso e ainda como único prêmio do mundo teve a cruz do martírio.
Recordemos o Evangelho e consolemo-nos. O essencial é caminhar com o bem em Jesus Cristo.

Arhur Joviano e Chico Xavier
Do livro: Sementeira de Luz
Vinha de Luz - Serviço Editorial

Colaboração: Braz José Marques

segunda-feira, 15 de março de 2010

Prece de Aniceto

Senhor Jesus, ensina-nos a receber as bênçãos do serviço! Ainda não sabemos, Amado Jesus, compreender a extensão do trabalho que nos confiaste! Permite, Senhor, possamos formar em nossa alma a convicção de que a Obra do Mundo te pertence, a fim de que a vaidade não se insinue em nossos corações com as aparências do bem!

Dá-nos, Mestre, o espírito de consagração aos nossos deveres e desapego aos resultados que pertencem ao teu amor!

Ensina-nos a agir sem as algemas das paixões, para que reconheçamos os teus santos objetivos!

Senhor Amorável, ajuda-nos a ser teus leais servidores.

Mestre Amoroso, concede-nos, ainda, as tuas lições,
Juízo Reto, conduze-nos aos caminhos direitos,
Médico Sublime, restaura-nos a saúde,
Pastor Compassivo, guia-nos à frente das águas vivas,
Evangelho Sábio, dá-nos teu roteiro,
Administrador Generoso, inspira-nos a tarefa,
Semeador do Bem, ensina-nos a cultivar o campo de nossas almas,
Carpinteiro Divino, auxilia-nos a construir nossa casa eterna,
Oleiro Cuidadoso, corrige-nos o vaso do coração,
Amigo Desvelado, sê indulgente, ainda, para com as nossas fraquezas,
Príncipe da Paz, compadece-te de nosso espírito frágil, abre nossos olhos e mostra-nos a estrada de teu Reino!

pelo Espírito André Luiz - Do livro: A Luz da Oração, Médium: Francisco Cândido Xavier.

Fonte: Caminhos de Luz

sábado, 13 de março de 2010

Guardem bem a data!!!


Chico Xavier - O Filme
Originally uploaded by Luiza Hipólito.
O programa "Globo Reporter", da Rede Globo, no dia 19 de março, será sobre Chico Xavier e contará com a participação do Dr. Nubor Facure
O canal Globo News reprisará (sáb. 09h05 e dom 13h05, conforme a revista de programação) NOVELA ESPÍRITA NA GLOBO. 

A Doutrina Espírita será tema da próxima novela das seis na Globo. Elizabeth Jhin é autora da novela "ALÉM DA VIDA”, que terá como protagonista o ator Humberto Martins, um pai atormentado pelo espírito desencarnado do filho (Jayme Matarazzo Filho) morto em um acidente e que volta do umbral para atrapalhar a vida amorosa do pai que se apaixonará perdidamente por sua ex-namorada (Nathália Dill).
O tema será a obsessão e a lei de causa e efeito. A novela começará a ser apresentada em abril/2010. Tanto a autora, como os três atores principais estão estudando as obras do espírito André Luiz para poderem compor a trama e os personagens. Uma área enorme do Projac foi reservada para ambientar o umbral. Um campo de golfe próximo ao Jardim Botânico será usado para as cenas que se passarão na colônia Nosso Lar. Segundo a autora a novela trará um diferencial. Será colocada uma mulher como chefe do umbral. A atriz Joana Fomm está sendo sondada para viver um espírito maligno que comanda boa parte do umbral, para onde o rapaz será levado após a morte. Ela o incentivará a se vingar.

Fonte: Caderno da TV/Jornal A Tarde dom. 10/01/10

Filme: Um Olhar do Paraíso (The Lovely Bones)

Filme que fala sobre a óptica não espírita (trata o Céu de maneira diferente), mas espiritualista... vale a pena assistir! Excelente fotografia, trilha sonora envolvente, tema bastante atual com foco no desencarne (desligamento do espírito - alma da matéria física), boa atuação tanto dos principais como dos coadjuvantes. Um filme para assistir com a família, pois aflora sentimentos e convoca a pensar e refletir. Não conto mais detalhes senão o filme fica chato... Bom filme!

Segue em frente...


Caminhos da vida...
Originally uploaded by l30cerutti
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Nunca te surpreendas com o surgimento de dificuldades, no ministério a que te afervoras.

Toda ação enobrecida gera simpatia entre os que se afeiçoam ao Bem. Entretanto, produzem animosidade entre aqueles que preferem a vigência do desequilíbrio e do mal.

Não te escuses, por isso mesmo, de levar o teu labor avante.

As tarefas de pequena monta, as fáceis, podem ser realizadas por qualquer pessoa, até mesmo como forma de espairecimento.

Os serviços estafantes e desagradáveis, no entanto, pertencem aos idealistas devotados, aos lutadores incansáveis.

Assim, não anotes queixas, nem relaciones problemas.

Cada etapa vencida faz parte da meta a ser conquistada.

Um passo à frente e uma ação em triunfo são avanços no programa a executar.

Chocam-se as atitudes de beligerância entre os companheiros e aturdem-te reações que os levam a assumir posições danosas ao trabalho.

Os homens ainda são as paixões que cultivam, todavia, continuando a merecer o mesmo afeto e simpatia.

Estão despertando, sem possuírem, por enquanto, as condições características dos servidores ideais.

Nem poderia ser diferente.

Muitos, ainda ontem, opunham-se tenazmente ao que ora aceitam e a transição mental de uma para outra idéia ou opinião nem sempre faz-se acompanhada por uma real mudança de atitude e de comportamento.

Há quem se afervore a um serviço, desde que esse esforço o promova; muitos apóiam as realizações somente quando elas os beneficiam; inumeráveis trabalhadores apenas cooperam com aqueles que se lhes submetem ao talante...

Sê tu quem ajuda, sem condições nem exigências.

Coloca o combustível da paciência e do amor na chama que arde no teu sentimento espírita e prossegue.

Ninguém é obrigado a ajudar-te nem a compreender- te.

Tu, no entanto, deves a todos auxiliar e entender.

Desde que já consegues superar um pouco as tuas limitações e dificuldades, faze-te o companheiro dos outros, ensinando sem palavras o que se deve fazer, como fazer e para que fazer o bem sem descanso.

A multidão tem os seus líderes, que sempre são por ela devorados.

Respeita-os e opera ao lado dos que se acerquem de ti, sem prejuízo do teu compromisso para com a Vida.

O dia se desenrola em apenas vinte e quatro horas, que são suficientes para marcar presença e atuar no programa da Eternidade.

Vai, portanto, em frente, com tranqüilidade e fé.

pelo Espírito Joanna de Ângelis - Do livro: Roteiro de Libertação, Médium: Divaldo Pereira Franco - Editora LEAL.

Fonte: Caminhos de Luz

Nosso Lar - Teaser Trailer 2

segunda-feira, 8 de março de 2010

Manjares


Los manjares a la mesa
Originally uploaded by jcmorocho.
"Os manjares são para o ventre, e o ventre para os manjares; Deus, porém, aniquilara tanto um como os outros."
Paulo. (I CORÍNTIOS, 6:13.)

O alimento do corpo e da alma, no que se refere ao pão e à emoção, representa meio para a evolução e não o fim da evolução em si mesma.

Há criaturas, no entanto, que fazem do prato e do continuísmo simplista da espécie, únicas razões de ser em toda a vida.

Trabalham para comer e procriam sem pensar.

Quando se lhes fala do espírito ou da eternidade, bocejam despreocupadas, quando não trocam, aflitivamente, de assunto.

Efetivamente, a satisfação dos sentidos fisiológicos é para a alma o amparo que o solo e o adubo constituem para a semente.

Todavia, se a semente persiste em reter-se na cova para gozar as delicias do adubo, contrariando a Divina Lei, nunca se lhe utilizará a colaboração preciosa.

Valioso e indispensável à experiência física é o estômago.

Veneráveis e sublimes são as faculdades criadoras.

Urge, contudo, entender as necessidades do espírito imperecível.

Esclarecimento pelo estudo, crescimento mental pelo trabalho e iluminação pela virtude santificante são imperativos para o futuro estágio dos homens.

Quem gasta o tempo consagrando todas as forças da alma às fantasias do corpo, esquecendo-se de que o corpo deve permanecer a serviço da alma, cedo esbarrará na perturbação, na inutilidade ou na sombra.

Para a comunidade dos aprendizes aplicados e prudentes, todavia, brilha no Evangelho o eloqüente aviso de Paulo: "Os manjares são para o ventre e o ventre para os manjares; Deus, porém, aniquilará tanto um como os outros".

pelo Espírito Emmanuel - Do livro: Vinha de Luz, Médium: Francisco Cândido Xavier.

Tirinhas da Mariana

Tirinhas do Cabeça Oca