sábado, 26 de maio de 2007

Droga Digital (by Jorge C. Barbosa)

Bom, por acaso tava passando por aqui, achei teu blog... Falando em coisas malucas, no dia 08/05/2007, folheando A GAZETA, de Vitória-ES, achei a reportagem "Será que ainda falta acontecer algo na Internet?", que tratava sobre a DROGA DIGITAL... Não estou falando de músicas ruins, filmes péssimos, sites enojantes ou coisa que o valha... mas um site (www.idoser.com) promete que o usuário pode experimentar desde euforia e relaxamento até efeitos de alucinógenos, como maconha, LSD, cocaína, heroína, ecstasy, anestesia, até cola de sapateiro (chamada brazilian popular drug). E tudo isso simplesmente a partir de arquivos de sons, usando uma técnica chamada binaural brainwave. Segundo o site, para atingir o efeito desejado, o usuário deve estar totalmente relaxado e não fazer outras coisas enquanto escuta o som. Qual o método: segundo o físico alemão Heinrichi Dove, se freqüências distintas são reproduzidas em cada ouvido, o cérebro produz um terceiro sinal, correspondente à diferença entre os sons originais. A nova freqüência teria o poder de alterar o estado de consciência do usuário. Por isso só funciona com fones de ouvidos, o som não pode ser o gerado por caixas acústicas comuns, que misturam os sons.
Os resultados disso ainda são controversos, os relatos de experiência dos usuários, segundo a reportagem, são individuais; para alguns, não produziram nada; para outros, o anestésico funcionou "porque passou o dia inteiro com um zumbido no ouvido e esqueceu da dor"...
O lado positivo disso, segundo a reportagem, é que isso poderia ser utilizados por dependentes químicos como auxílio na cura dessa dependência, já que conseguiria o mesmo efeito sem fazer uso da droga em si. Também não há provas disso...
Enfim, eu não testei, não pretendo testar, a minha "droga" é a alegria pela vida, pelas coisas boas, que existem às montanhas neste mundo (ao lado dos milhões de porcarias que aí estão), temos de nos focar nas coisas certas, nas pessoas certas, naquilo que nos ajuda a evoluir, cortar relações com aquilo que nos atrasa (embora isso nem sempre seja imediatamente possível). Enfim, somos como um receptor de rádio, que pode sintonizar tudo o que está no ar, mas nós é que escolhemos a sintonia; a freqüência em que vibramos nos conecta àqueles que vibram nessa mesma freqüência... Escolher o caminho do bem nos sintoniza com aqueles que trabalham para o bem...
Esse foi o recado do Jorge. (O primeiro comentário merece um post... hehehe... valew Jorge...)

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